Reforma administrativa perde força e deve ficar para após eleições
Política

Reforma administrativa perde força e deve ficar para após eleições

A expectativa do presidente da Câmara, Hugo Motta, de aprovar a PEC da reforma administrativa já em 2025 foi frustrada e passou a ser considerada improvável, diante do calendário eleitoral e da redução do espaço político para votações sensíveis.

Com o avanço das eleições gerais, cujo primeiro turno ocorre em outubro, Motta passou a reconhecer que o debate exigiria mais tempo. O tema enfrenta resistência no Congresso e demanda negociações complexas em ambiente pré-eleitoral.

A proposta prevê mudanças nas regras do funcionalismo público e encontra oposição de servidores e de parte dos parlamentares, o que dificulta a construção de consenso e adia a tramitação da reforma.