Ministra compara ditaduras a “ervas daninhas” e defende vigilância constante
A ministra Cármen Lúcia afirmou que iniciativas autoritárias devem ser cortadas. Em evento no Rio, disse que ditaduras são como ervas daninhas que ameaçam o país caso não sejam combatidas, e defendeu cuidado diário para preservar a democracia.
A fala ocorre após o STF determinar o início do cumprimento das penas do núcleo 1 do 8 de Janeiro. A ministra lembrou planos golpistas que citavam ataques a líderes do Executivo e do Judiciário, afirmando que a Constituição é sempre a primeira vítima de qualquer ruptura.
Segundo o Poder360, ela explicou a importância de julgar tentativas de golpe, ressaltando que a liberdade institucional depende de reação firme. Cármen Lúcia participou da conferência Literatura e Democracia, destacando papel da sociedade na defesa constante da ordem democrática.