Após prisões, Lindbergh rejeita anistia e diz que pauta criaria “brutal crise”
Por Roberto Oliveira
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, classificou esta terça-feira (24) como um “dia marcante”, ao comentar as prisões de militares ligados aos atos golpistas e a detenção definitiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele também afastou a possibilidade de votação da anistia ou de qualquer forma de dosimetria, afirmando que isso geraria uma “grave crise” no Parlamento.
Lindbergh minimizou o suposto “rompimento” com Hugo Motta e disse não acreditar que o presidente da Câmara vá colocar em pauta propostas que ampliem ainda mais a tensão institucional.
Segundo o petista, medidas desse tipo colocariam o Legislativo no centro de uma “intensa crise”. Ele reforçou ainda que manterá suas posições políticas e seguirá defendendo o que considera o melhor para o país.
Com informações do portal Vero Notícias.