Câmara adia votação após ofensiva digital sobre PL Antifacção
Segurança

Câmara adia votação após ofensiva digital sobre PL Antifacção

A tramitação do PL Antifacção gerou embates, segundo a Folha, com o governo e aliados incentivando mobilização nas redes para influenciar o debate após derrotas recentes. A pressão levou ao adiamento da votação e a ajustes no relatório de Guilherme Derrite.

Deputados relataram que a estratégia buscou fortalecer a narrativa de que o texto poderia fragilizar a PF, afirma a Folha. O movimento unificou a comunicação de ministérios, enquanto críticos dizem que erros políticos do relator abriram espaço para a reação governista.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu a PF, de acordo com a Folha, e tentou conter desgaste interno. Aliados afirmam que a ofensiva digital pode afetar a relação entre Executivo e Legislativo, que já opera sob tensão em ano pré-eleitoral.